Suave Suave é teu sabor Que invade meu pensar e me queima o calor De um tentar quase beijar! Suave é teu gritar que inunda meu sentir e me deixa sem calar De um tentar quase sorrir! Teu riso é em mim, suave. Te sou por ti completa E antes que de mim escape Me dê seu amor e me desperta! Regina Célia Costa, 02/06/12 às 21:40, OAB - durante X Concurso de Poesias dos Poetas do Vale.
A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática. Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas.