P equena e simples pessoa, como nós, R equerendo completa atenção. O ntem, hoje e sempre, às vezes a sós F azendo-se de grande lição. E mbora sejamos tolos e leigos S ublimamos a ti, com gratidão S abes ser muito importante O ra, importante para a Nação R ouxinol da sabedoria. Tu és gigante! É lógico que tive outros professores nessas escolas, mas a memória já se perdeu. Peço desculpas, talvez nem devesse colocar os nomes de quem me lembro. Já que outros esqueci. Mesmo assim, minha gratidão é, na verdade a todos. Até para os que não foram meus. Então: Aos professores de ontem, hoje e sempre: meu muito obrigada. Àqueles que foram meus professores: Roque de Castro Reis : D. Lourdes, D. Olga (Olguinha), D. Silvia, 'Seu' Ronaldo, D. Cidinha, D. Marlene, D. Abigail Industrial : Prof. Nery. Cotet (Tremembé): Prof. Sebastião, Vilma, Camilo Monteiro Lobato : João Mendes, Miriam Paixão. Unitau : João Sales, Marli
A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática. Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas.