Pular para o conteúdo principal

Professor

Pequena e simples pessoa, como nós,
Requerendo completa atenção.
Ontem, hoje e sempre, às vezes a sós
Fazendo-se de grande lição.
Embora sejamos tolos e leigos
Sublimamos a ti, com gratidão
Sabes ser muito importante
Ora, importante para a Nação
Rouxinol da sabedoria. Tu és gigante!


É lógico que tive outros professores nessas escolas, mas a memória já se perdeu.
Peço desculpas, talvez nem devesse colocar os nomes de quem me lembro. Já que outros esqueci.
Mesmo assim, minha gratidão é, na verdade a todos. Até para os que não foram meus. Então: Aos professores de ontem, hoje e sempre: meu muito obrigada.
Àqueles que foram meus professores:

Roque de Castro Reis: D. Lourdes, D. Olga (Olguinha), D. Silvia, 'Seu' Ronaldo, D. Cidinha,
D. Marlene, D. Abigail

Industrial: Prof. Nery.

Cotet (Tremembé): Prof. Sebastião, Vilma, Camilo

Monteiro Lobato: João Mendes, Miriam Paixão.

Unitau: João Sales, Marli

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Paciência

E, quando o tempo pára no meio do caminho, Quando não há a menor possibilidade de continuar o pensamento? A sensação é de vida congelada, interrompida, dividida e picada! Sem rumo, sem nada, sem tudo... Mas o tempo não é uma constante, O caminho não é o único. A possibilidade não é eterna, O pensamento não é uno. A vida pode-se esquentar, continuar, multiplicar e juntar! Os rumos surgem, Os nadas se esvaziam e Os tudos se transbordam! Precisamos apenas de paciência!

Traduzir-me?

Ah! Eu sou intensa! Não sei se tempestade ou tsunami, Intempérie do clima ou Força da natureza Tal qual uma leoa voraz Que tanto medo me sentir faz! Numa cápsula -  à revelia, Tentam me conter! O que posso fazer se a  Liberdade de vida e de viver Traduzem o meu ser?

Dedicatória I

Para você, - amigo ou amiga - Que encontraram minha poesia na rua, pouca e pobre, e a adotaram, e a recolheram ao coração: todo o meu reconhecimento por essa louca e nobre ação. Em nome da minha poesia, agradeço-lhes a pura alegria, muito mais que alegria: comunhão. Que é comunhão,  ou alegria, encontrar quem nos compreenda quem nos estenda a mão, quem partilhe conosco pão e música na mesma canção.                             J.G. de Araújo Jorge