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Suave


Suave

Suave é teu sabor
Que invade meu pensar
e me queima o calor
De um tentar quase beijar!

Suave é teu gritar
que inunda meu sentir
e me deixa sem calar
De um tentar quase sorrir!

Teu riso é em mim, suave.
Te sou por ti completa
E antes que de mim escape
Me dê seu amor e me desperta!

Regina Célia Costa, 02/06/12 às 21:40, OAB - durante X Concurso de Poesias dos Poetas do Vale.

Comentários

  1. Belo poema.Parabéns!!Passando para conhecer e seguir as amigas do Blogueiras Unidas onde também estou!!Bjsss...Por favor amigas(os) caso estejam usando verificação de palavras sugiro que retirem pois nos faz perder MT tempo,e agora ainda está pior que são duas e com letras desenhadas....É um meio de afastar quem comenta fazer uso desta ferramenta!!!Se já tiver tirado,PARABÉNS!!!!Desculpa a invasão. Isto não é uma crítica,ok?Apenas um conselho!!

    http://rumoslibertadores.blogspot.com – 494
    http://zildasantiago.blogspot.com - 493
    http:carinhossorteiosetcetal.blogspot.com – 955

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  2. OI, Regina!!!
    Vim retribuir o carinho que vc deixou no meu cantinho. Adorei o blog!!! Ja estou te seguindo.
    BJS!!!

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Traduzir-se

Uma parte de mim é todo mundo; outra parte é ninguém: fundo sem fundo. Uma parte de mim  é multidão; outra parte estranheza e solidão. Uma parte de mim pesa, pondera;  outra parte delira. Uma parte de mim almoça e janta; outra parte  se espanta. Uma parte de mim é permanente; outra parte se sabe de repente.                Ferreira Gullar

Poeira!

Leva contigo esta densa poeira, Faça-me o grande favor! Não me engane, sei que se esgueira Para me causar terror! Pobre de ti, podre poeira! Tenta, sem conseguir, a mim, enganar! Faz de sua inútil vida, uma carreira, Tão torpe, que a si próprio vai esmagar! Pobre de ti, poeira podre! Antes, com alarde, causava-me sede E, hoje, seco e vazio está seu odre, Que seu mal tornou-se sua rede!

Agora

Sabe aquelas horas em que esquecemos As mais torrentes emoções? Aqueles momentos em que esmorecemos E ficamos em turbilhões? Me sinto assim, agora Nesta hora em que se ausenta. Peço-te: não vá embora! Eis meu amor, experimenta!                                         Regina Célia Costa